Tempo de pandemia
Outro dia me perguntaram o que eu tenho feito nós últimos dois meses de pandemia, eu respondi o trivial, home office, as vezes presencial, caminhada quase que diárias, um telejornal ou um filme, um jogo na tv, coisas que alimentam o corpo.
Mas, depois, refazendo minha relação, esqueci das viagens, estive na Alemanha de Adolf, vivendo a vida de dois irmãos gêmeos, apaixonados por uma mesma mulher, ambos judeus, a determinação da mãe o destino de cada um; na máquina do tempo me transportei para 1959, os pântanos da costa da Carolina do Norte, onde uma menina do brejo teve que sobreviver a solidão dos que amavam e a indiferença de uma sociedade; em outro pulo no tempo retorno a 1474, onde sobe ao trono em Castela o mais poderoso reino da Espanha, a jovem Isabel de 23 anos que em um mundo totalmente dominado por homens irá mudar o destino da Espanha, expulsar os muçulmanos reconquistando reinos, financiando viagens como a de Colombo as Américas, e mais algumas coisas que as próximas páginas trarão.
Eu chamo a isso de alimentos da alma, um bom livro sempre será uma boa companhia.


Adoro ler. Um hábito que também mantive durante a pandemia e ajudou a passar aquele interminável tempo.
ResponderExcluirO mundo se reencontra e se redescobre através de Guerras, catastrofes e pandemias. São curvas de inflexôes históricas. Desses fenômenos surgem idéias e suas narrativas as transformam em culturas que são disseminadas através os livros.
ResponderExcluirContinue com suas crônicas. O comentário acima é meu.
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