Operários das bandeiras
Feriado, dia do servidor público, hj pude observar esse grupo que tem se reunido diante minha janela diariamente, eles chegam em ônibus, provavelmente das redondezas, trazem seus celulares, camisetas amarelas, e disposição sonolenta para agitarem bandeiras em algumas esquinas da capital. De entusiasmada mesmo, somente uma que fica a gritar: - "é 22, é Bolsonaro". Há uma fumaça correndo entre os dedos e as cabeças; um longo dia por vir debaixo de um sol escaldante. É provável que estejam incluídos na diária um marmitex, um refri coletivo e um lanche mais tarde.
Estranhamente observo o carro de apoio chegar trazendo água e café, um adesivo Lula 13, na traseira!!!
Em segundos vem a reflexão; há soldados estrangeiros na guerra na Ucrânia, comprados pelos dois lados, dão suas vidas pelos motivos dos outros, em troca de dólares, que muitas vezes não vivem para gasta-los.
Já vi isso nos Roriztismo, nos Collorismos, etc, tantos outros. Creio que quem se eleger no domingo terá muito trabalho para revitalizar nossa bandeira e colocar ordem e quem sabe um progresso a longo prazo.
Esses trabalhadores de bandeiras, tem até domingo, garantido suas marmitas. Depois voltam as fumaças da história, voltam a bater panelas que as mídias indicarem.
O lado bom é que no domingo acaba o "7 de setembro" mais longo do Brasil, assim espero.
Defronte a outras janelas pelo Brasil a fora, é bem provável que a cena se repita com outras bandeiras e outras cores.
E tenho dito.

Como será que está a vida dessas pessoas hoje?
ResponderExcluirPolítica é sempre igual, né?! Mas pelo menos o respeito venceu... espero que por muito tempo!
ResponderExcluirA democracia venceu! Texto incrível, tio!
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