Controle remoto
Nesse processo, ele foi ausente com a familia e nao acompanhou coisas básicas como o crescimento dos filhos, o relacionamento com a esposa. Resumindo... passados rapidamente os ponteiros, ele fica velho, rico, obeso e solitário, morrendo com um enorme arrependimento. Mas como Hollywood é magia pura, ao final ele acorda, como sendo de um sonho e recomeça uma vida tranquila e normal agradecendo aos céus a segunda chance .
Decorridos, quase vinte anos do filme, o que se percebe, é que a comedia futurista, virou o drama atual. O tempo aparenta passar mais rápido, pois o controle remoto está nos bolsos dos adultos, crianças, adolescentes e ídosos. Essa alienação coletiva, se disfarça como sendo, redes sociais, tiktok, instagran, facebook, grupos de Whatsapp , entre outros.
Em meio a todos esses novos comportamentos, uma pandemia vem e vira de cabeça para baixo a rotina, gerações trancadas em seus quartos, num luto silencioso.
Mas tudo isso ficou no passado, pois despertaram-se, esquerdas e direitas, guerras que nao acabam, ódios e mentiras, vendidos em pacotes.
Voce pode até estar pensando naquela frase popular, "a vida imita a arte"; Até que seria bom se a vida imitasse a arte, o filme seria um, quase nada despercebido, de ambição pelas oportunidades. Já no caso da arte imitando a vida de hoje, bem...essa seria um filme, ou melhor, uma longa série de zumbis devorando uns aos outros até a última selfie. Ou até um dos cavaleiros do apocalipse, montados em seus egos, apertassem o botão final.


Triste realidade, né meu padrinho?
ResponderExcluirInfelizmente vejo as pessoas cada vez mais envoltas com esse "controle remoto" na cara, ne?! Que até ajuda a aproximar os que estão longe, mas atrapalha bastante o que tem perto! E ficamos cada vez mais dependentes...
Talvez a lição do filme assistindo nos tempos atuais seja: você estaria disposto a renunciar aos "cliques" do seu controle remoto e fazer um novo futuro? Dedicar mais tempo a seus familiares, cuidar mais da sua vida do que da vida dos outros? (Terrsa)
ResponderExcluirPrecisamos mais do que a magia de Hollywood. Ninguém vive mais sem esses aparelhos viciantes. Quando estive em Porto de Galinhas com amigos, percebi que ninguém olhava para o mar, pouca conversa. E não era só na nossa mesa. Era generalizado. Pessoas caminhavam pela areia e a cada dois passos uma parada para publicação nas redes. Viver sem celular, é quase impossível. Basta experimentar passar um dia sem ele.
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